V - O trabalho e um princípio de coerçao social (resumen)

Não há, em rigor, qualquer identidade entre o trabalho e o facto de os homens transformarem a natureza e se relacionarem uns com os outros em determinadas actividades. Enquanto existirem seres humanos, eles hão-de construir casas, fabricar roupas, produzir alimentos e muitas outras coisas, hão-de educar os filhos, escrever livros, discutir assuntos, construir jardins, compor música e tanto mais. Esta é uma verdade banal e evidente. O que não é evidente é que a actividade humana em si, o puro «dispêndio de força de trabalho», sem que se leve em consideração o respectivo conteúdo e independentemente das necessidades e da vontade dos envolvidos, se torne num princípio abstracto que domina as relações sociais.

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