XVI - A superaçao do trabalho (resumen)

A rotura com as categorias do trabalho não se depara com um campo social definido, objectivamente determinado, ao contrário do que acontece com a luta de interesses limitada e imanente ao sistema. Trata-se de uma rotura com a normatividade falsamente objectiva de uma «segunda natureza», e portanto a sua efectivação não poderá ser vista uma vez mais como algo de quase automático, antes terá que ser uma consciência negadora - objecção e rebelião, não respaldada em qualquer «lei da história». O ponto de partida desta rotura não pode ser um novo princípio universal e abstracto, mas apenas a repulsa que cada um sente perante a sua existência enquanto sujeito do trabalho e da concorrência, e a recusa categórica de ter que continuar a funcionar assim, em circunstâncias cada vez mais miseráveis.

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